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Arpen/RJ participa do lançamento do sistema de alerta para desaparecimento de criança e adolescentes no estado

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Em cerimônia realizada nesta quinta-feira (18.03), no Palácio Guanabara, o governador do Estado do Rio de Janeiro, Claudio Castro, assinou a regulamentação da Lei nº 9.182, que cria o primeiro sistema de alerta por telefone do País para solucionar desaparecimentos de crianças e adolescentes. A Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de Janeiro (Arpen/RJ) foi representada pela vice-presidente de Políticas Sociais, Priscila Milhomem, que falou sobre a importância da classe para os registros de óbitos de pessoas desaparecidas no estado.

 

“Hoje é um dia de mais uma conquista para a classe de Registro Civil. A Arpen/RJ, junto com o Tribunal de Justiça e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro, ajudou a fundar um grupo de trabalho em 2014 de nome “Óbito de Pessoas não Identificadas e Desaparecidas”, o qual a Jovita Belfort, como vítima dessa dor, participa ativamente conosco. Com esse trabalho, conseguimos fazer um levantamento e cruzar dados de sub-registros de óbitos e de pessoas falecidas não-identificadas e, desde então, intensificar a integração de diversos órgãos como delegacias, secretaria estadual e municipal de saúde e Ministério Público, para que possamos, cada vez mais, trabalhar por essa causa”, afirmou Milhomem.

 

O autor da Lei, o deputado estadual Alexandre Knoploch, o secretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Bruno Dauaire, e o secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Allan Turnowski, também participaram da cerimônia.

 

A ferramenta

 

O “Alerta Pri” foi elaborado nos moldes do “Alerta Amber”, dos Estados Unidos, que também é utilizado em outros 27 países, como eficaz ferramenta no combate ao desaparecimento de pessoas. Entre 1996, ano da criação do “Alerta Amber”, e 2013, o programa salvou mais de 650 crianças sequestradas. No estado do Rio de Janeiro, o alerta homenageia Priscila Belfort, desaparecida há 17 anos.

 

A ferramenta irá enviar uma mensagem de urgência para a população contendo o nome, a idade, as características físicas, o local de desaparecimento e todas as demais informações selecionadas pela Polícia Civil. O objetivo é agir rapidamente quando esse tipo de crime for registrado no sistema.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Arpen/RJ, com informações do Governo do Estado do Rio de Janeiro

 

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